VERSÃO I
Ainda choro por Isabel, a mulher mais linda que já tive na vida. Prostituta de 20 anos da esquina do meu desejo, uma borboleta da noite que agora pertence à esquina dos anjos e da minha saudade amarga. Não consigo fechar os olhos, dormir é tão estranho, existe uma necessidade de ter o cheiro da mulher de esquina que era Isabel. Eu queria encontrá-la, amá-la, amarrotá-la e entrar no mar quente de suas pernas formosas. Olhar nos seus olhos e me deixar ser seduzido, perdendo o medo da libido e indo, apenas indo aos sorrisos da saliência da aventura de brisas masculina e feminina de fazer suar o suor mais saboroso que o calor de uma cama é capaz de gerar. Perdia os limites ao lado de Isabel, tomava porres quando bebia do seu perfume de flor, nadávamos no lago vermelho do nosso amor de algumas horas e esquecíamos o mundo vazio lá fora. Agora estou só e não consigo preencher esse vazio com nada, um amplo vazio que Isabel deixou em mim, um total vazio que chega a entristecer as flores que se tornaram tão ausentes no quarto, na sala, na cozinha e nos lugares onde nos amávamos todas as vezes que o prazer nos beijava.
VERSÃO II
Ainda choro por Isabel, a mulher mais linda que já tive na vida. Prostituta de 20 anos da esquina do meu desejo, uma borboleta da noite que agora pertence à esquina dos anjos e da minha saudade amarga. Não consigo fechar os olhos, dormir é tão estranho, existe uma necessidade de ter o cheiro da mulher de esquina que era Isabel. Eu queria encontrá-la, amá-la, amarrotá-la e entrar no mar quente de suas pernas formosas. Olhar nos seus olhos e me deixar ser seduzido, perdendo o medo da libido e indo, apenas indo aos sorrisos da saliência da aventura de brisas masculina e feminina de fazer suar o suor mais saboroso que o calor de uma cama é capaz de gerar. Perdia os limites ao lado de Isabel, tomava porres quando bebia do seu perfume de flor, nadávamos no lago vermelho do nosso amor de algumas horas e esquecíamos o mundo vazio lá fora. Agora estou só e não consigo preencher esse vazio com nada, um amplo vazio que Isabel deixou em mim, pois, agora ela é casada com um fazendeiro e largou a vida de prostituta pra viver em meio às vacas, mas deixe estar que logo-logo mando o fazendeiro pra terra dos pés juntos pra ele ver como é ruim morrer sem razão no mundo.

Gostei da Versão I. Medo do lago vermelho... Rsrsrs.
ResponderExcluirGosto da versão II. É um final engraçado. Corta o clima tenso do começo do texto. Muito bom.
ResponderExcluirMeu voto vai pra VERSÃO II também. Ri muito do final aqui. Parabéns.
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